ANTONIO CÍCERO DA SILVA - POETA

Venham meus amigos e degustem a saborosa literatura…

23 de dezembro de 2006

VIVER TRANQUILO

Antonio Cícero da Silva

 

Viver tranquilo é muito legal

Tudo depende muito de você

Que deve agir normal

O que plantamos vamos colher.

 

Estar de bem com a vida

É viver legal

Procurando ser querida

Ficará sempre em alto astral.

 

Para viver tranquilo

Não importa: classe, religião ou cor

Sem se importar com isso ou aquilo

Viverá em grande esplendor.

 

Do livro: "ONDE ESTAIS?"(CBJE) RJ, 2006

http://www.camarabrasileira.com/antoniocicero.htm

 

criado por acicero3797    14:25 — Arquivado em: POESIA

20 de dezembro de 2006

RECÉM NASCIDO

Antonio Cícero da Silva

 

Recém nascer

É o desabrochar de uma flor

Que surgiu para viver

Vida que iniciou.

 

Pétala que se abre

Estrela cintilante e brilhante

Nova esperança que nasce

Que jamais foi vista antes.

 

Obra infante da natureza

O nascer é coisa muito linda

Por ordem da maior Realeza

Que de cima é bem vinda.

 

O nascimento é fato inigualável

Luz que brilha e fascinante

Ser que surge e é amável

É tão muitíssimo importante.

 

Do livro: "ONDE ESTAIS?" (Câmara Brasileira de Jovens Escritores) setembro/2006 - Rio de Janeiro/RJ.

 

www.camarabrasileira.com/ondeestais.htm

 

 

 

criado por acicero3797    23:34 — Arquivado em: POESIA

13 de dezembro de 2006

NATAL É AMOR

Antonio Cícero da Silva

 Imagem colhida da internet

Que, neste Natal, tudo seja de acordo com sua vontade;

que tenha a honra de alcançar o desejado, juntamente

com toda a sua família e seus amigos.

Somente assim, se sentirá uma pessoa muitíssimo vitoriosa

e acumulará um bem-estar tão excelente, que brilhará

perante os demais do seu meio, não como o maioral,

mas como uma pessoa vencedora.

 

Do livro DIÁRIO DO ESCRITOR 2007

(Participação)

www.litteris.com.br

 

 

criado por acicero3797    21:05 — Arquivado em: POESIA

5 de dezembro de 2006

PAIXÃO ARDENTE

Antonio Cícero da Silva

 

Ao te conhecer

Logo me apaixonei

Cuidei por te merecer

Mas não te ganhei.

 

Prossegui lutando

Pelo teu amor

Sempre te procurando

Mas não me deu valor.

 

Paixão ardente a minha

Me queimando por ti

Tu não adivinhas

Mas irei insistir.

 

Por que não gostas de mim?

Se tanto te amo?

Fico triste assim

Mas bem pouco reclamo…

 

Poema publicado, na REVISTA LITERÁRIA PLURAL (Oficina Editores) Rio de Janeiro / novembro/2006.

 

www.oficinaeditores.com.br

 

 

 

criado por acicero3797    20:55 — Arquivado em: POESIA
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