ANTONIO CÍCERO DA SILVA - POETA

Venham meus amigos e degustem a saborosa literatura…

30 de setembro de 2007

A PEDRA DO REINO ANCANTADO

Antonio Cícero da Silva

 

 Ambas as imagens, foram colhidas da Internet .    (Manifestações populares)

Em São José do Belmonte

Surgiram duas grandes pedras

Que muitos mistérios escondem

Desde outras eras.

 

As pedras do Reino Encantado

De acordo com o profeta

Que falou de resultados

Brilhantes para a terra.

 

Uma ao lado da outra

Como dois grandes marcos

Como o rei e a rainha

Atentos em favor dos fracos.

 

Muitas vezes lavadas com sangue

De crianças inocentes e moças virgens

Que em tremendos desesperos

Esperavam pelas origens.

 

Aguardavam o retorno do reino

Através do seu desaparecido rei

Que mesmo com reais pesadelos

Crucificavam seus herdeiros.

 

O profeta foi morto

E o rei nunca apareceu

O reino continua perdido

E com isso muita gente morreu.

 

No sertão pernambucano

Na Serra do Catolé

Está a Pedra do Reino

Firme, forte e de pé.

 

Poema: Publicado, no livro: "PEDAÇOS DE MIM" (CBJE) 2007 - Rio de Janeiro/RJ/Brasil.

 www.camarabrasileira.com/ondeestais.htm

 

"Fotos da cidade de São José do Belmonte/Pernambuco/Brasil".

(Todos os devidos créditos são do fotógrafo.)

  

 

 

   

 

 

criado por acicero3797    14:29 — Arquivado em: POESIA

SINTO SAUDADES

Antonio Cícero da Silva

 Imagem colhida da internet

Sinto saudades

dos nossos beijos

que ainda os desejo.

 

criado por acicero3797    9:54 — Arquivado em: poetrix

NUA AO LUAR

Antonio Cícero da Silva

 Imagem colhida da Internet

Ela estava nua ao luar

e tranquilamente a me esperar

que não demorei a chegar…

 

criado por acicero3797    9:51 — Arquivado em: poetrix

SOMENTE SAUDADES

Antonio Cícero da Silva

Somente ficou saudades

De momentos tão aconchegantes

Daqueles melhores do mundo

Vividos pelos amantes.

Saudades foi o que ficou

E hoje vivo a sofrer

Ao lembrar do teu amor

Até penso que vou morrer.

As saudades me machucam

Tiram-me até o fôlego

Tristes momentos me facultam

E entro em alvoroço.

Quando beijava o seu pescoço

Quando era tão lindo

Eu vivia no bom colosso

E contente, muito sorrindo.

 

 

criado por acicero3797    9:40 — Arquivado em: POESIA
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