9 de outubro de 2009
Para a poesia não há fronteiras
Ela está em todos os lugares
E por boas causas
Também se encontra suave nos lares.
A poesia é como o pensamento
Que se transporta ao longo
Com tremenda rapidez
E alegria jamais a esconde.
A poesia está nos corações
Está no sangue e em todo o corpo
Ela surge nas grandes matas
E está nas tamanhas cidades.
A poesia é alegria
E fala de tudo o que há
Comenta do presente e do passado
Também do futuro consegue falar.
Relembra os diversos momentos
Com segurança e apreço
É estrela a muito brilhar
Que gostamos de abraçar.
*Publicado na Antologia: Galeria Brasil 2009 - Autores Contemporâneos (Celeiro de Escritores)
(Antonio Cícero da Silva)
19 de julho de 2009
A mãe é eterna
Jamais terá fim
Ainda que já falecida
Sei que olha por mim.
Ela possui um amor
Dos mais limpos existentes
E com grande fervor
A mãe é sempre clemente.
Com amor inigualável
A mãe é a primeira
Com um bem estar estável
É defensora com firmeza.
Mãe sublime jóia
Com brilho cintilante
É total segurança
Não há ser a ela, semelhante.
Antonio Cícero da Silva
Antonio Cícero da Silva
R epresento a poesia
E m todos os momentos
P ara quem a ama, trás alegria,
R ealidade e fantasia.
E la é real perincesa
S empre fluindo com beleza,
E mpreendedora com ações,
N aturalidade e apreço.
T ambém é estrela a cintilar
A mando eternamente
N as diversas procriações
T udo a poesia floresce,
E cria um bom estar que envaidece.
D uquesa eternal
A poesia na realidade é.
P oderosa e comovente, que
O rdena também os sentimentos
E la fala de tudo, com
S implicidade total,
I nusitada e radiante
A ssistência e arte…
24 de abril de 2009
Antonio Cícero da Silva
A cada dia que passa
Mais a saudade aumenta
Sinto muito a sua falta
É difícil de suportar.
O senhor viajou para longe
Para muito longe
Mas está guardado no meu coração
Jamais de ti eu esqueço.
Mas somente me sobrou o lamento
Deus te chamou
E para ele te levou
Sei que está em paz.
Mas mesmo assim é difícil
É muito difícil de suportar
E a cada dia que se passa
Mais a saudade aumenta…
São José do Belmonte/PE, 18 de abril de 2009

Cícero João da Silva
MEU QUERIDO PAPAI:
MEU GRANDE HERÓI:
*07/04/1934 +18/04/2009
15 de junho de 2008
Antonio Cícero da Silva
Você é minha morena
Mulher mui agradável
Meu grande amor afável
É a mais linda das flores.
Com essa cor de jambo
Deixa-me fascinado
É mesmo que um anjo
Que está ao meu lado.
Com rosto brilhante
Que faz lembrar o sol
Está mais linda que antes
É o verdadeiro amor.
Com lábios tão macios
Você me fascina ao máximo
Teu corpo tão fofinho
Faz-me um homem de aço…
Antonio Cícero da Silva
Viver é existir
Em harmonia com a vida
E sempre persistir
Enfrentando a guarida.
Viver é possuir a vida
Existência por algum tempo
Se locomover e andar
Mas nem sempre compreendendo.
Durabilidade no lugar
Concretismo e existência
É existir e assim brilhar
Com perfeita coerência.
Viver é persistir
As intempéries da vida
É muito subsistir
E da durabilidade usufrui-la.
20 de abril de 2008
Antonio Cícero da Silva
No amor nós praticamos
as mais diversas loucuras
e até do que não entendemos,
participamos e contentes vivemos.
No amor nos aconchegamos
nos deleitamos e nos amamos
que na realidade, a tudo podemos,
desde que ambos acordamos.
Nas loucuras do amor
alcançamos as diversas fantasias
que misturadas com a realidade,
nos trazem a loucura,
justificada.
Antonio Cícero da Silva
Para o amor sempre encontramos
um tempo para as aventuras,
e mesmo que com loucuras,
saciamos aos desejos do coração…
23 de fevereiro de 2008
Antonio Cícero da Silva
A cabana na roça
É a minha segunda casa
Na realidade é uma palhoça
Onde a solidão me abraça.
Passo por lá toda a semana
Por força do trabalho
A natureza me ama
Pra me deitar quebro galhos
Mas será que amo a natureza
Fazendo camas de folhas?
Mas faço com delicadeza
Elas me massageiam, são fofas.
A lagartixa me olha agitada
Balança a cabeça
Informa-me que uma cobra
De mim se aproxima.
Ao entender a mensagem
Levanto-me a correr
A cobra estava só de passagem
Não pretendia me acometer.
Vida difícil a minha
E não vejo à frente grande horizonte
É para frente que se caminha
Mas em frente irei até onde?
Onde está o governante?
Que falou em me ajudar?
Isto ele falou, ontem
E hoje…irá de mim se lembrar?
Poema publicado no livro: ANTOLOGIA DE POETAS BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS, vol. 42 (CBJE) janeiro/2008
